Porque é que umas pessoas têm cancro e outras não? Esta continua a ser a questão que os médicos não conseguem explicar!
No entanto, a investigação tem demonstrado que há determinados factores que aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver cancro.
O cancro não é uma doença contagiosa e, como tal, não se "apanha" a doença de outra pessoa.
Nos dias de hoje, começa a ser assumido que o cancro deverá ser entendido como uma “doença crónica” que acompanha o envelhecimento das células.
Globalmente, os factores de risco considerados mais comuns para poder vir a ter cancro, são:
No entanto, a investigação tem demonstrado que há determinados factores que aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver cancro.
O cancro não é uma doença contagiosa e, como tal, não se "apanha" a doença de outra pessoa.
Nos dias de hoje, começa a ser assumido que o cancro deverá ser entendido como uma “doença crónica” que acompanha o envelhecimento das células.
Globalmente, os factores de risco considerados mais comuns para poder vir a ter cancro, são:
- Idade
- História familiar de cancro
- Determinadas hormonas
- Tabaco
- Luz solar
- Alguns vírus e bactérias
- Radiação ionizante
- Algumas substâncias químicas
- Dieta pouco variada e pobre em frutas e vegetais
- Falta de exercício físico
- Excesso de peso
- Álcool
No entanto, alguns destes factores, nomeadamente os que estão relacionados com hábitos e estilos de vida podem, claramente, ser evitados (ex: fumar, exposição excessiva ao sol, dieta alimentar, álcool): está nas nossas mãos fazê-lo!
Por outro lado, temos antecedentes pessoais e familiares que não podem ser "alterados"; é muito importante informar o seu médico sobre quaisquer dados clínicos na história da sua família, mesmo que essa informação possa parecer-lhe irrelevante.
Se considera apresentar risco aumentado para ter cancro, consulte o seu médico e discuta a situação com ele: ficará mais tranquilo e, de acordo com toda a informação disponível, poderão planear qual a regularidade das consultas e exames médicos que tenha necessidade de fazer. Adicionalmente, é uma forma de modificar os estilos de vida prejudiciais!
Por outro lado, temos antecedentes pessoais e familiares que não podem ser "alterados"; é muito importante informar o seu médico sobre quaisquer dados clínicos na história da sua família, mesmo que essa informação possa parecer-lhe irrelevante.
Se considera apresentar risco aumentado para ter cancro, consulte o seu médico e discuta a situação com ele: ficará mais tranquilo e, de acordo com toda a informação disponível, poderão planear qual a regularidade das consultas e exames médicos que tenha necessidade de fazer. Adicionalmente, é uma forma de modificar os estilos de vida prejudiciais!
Ainda assim, é importante voltar a lembrar que:
- Nem tudo provoca cancro!
- O cancro não é uma doença contagiosa: não se "apanha" cancro de outra pessoa!
- O cancro não é provocado por uma ferida, por um inchaço ou por uma pancada ou "traumatismo"!
- Ter alguns tipos específicos de infecções, por vírus e/ou bactérias, pode aumentar o risco de ter alguns tipos de cancro!
- Muitas pessoas com factores de risco nunca irão ter cancro, ou seja, se tiver um ou mais factores de risco, não significa que vai ter cancro!
- As pessoas são todas diferentes e, como tal, há pessoas mais sensíveis aos factores de risco do que outras!
Porque é que os factores apresentados são considerados factores de risco?
Idade
O factor de risco mais importante para ter cancro é o aumento da idade (envelhecimento).
Sendo o cancro uma doença dos tecidos e órgãos, à medida que estes vão envelhecendo, começa a “aparecer” o cancro, reforçando uma expressão cada vez mais ouvida, de que o cancro deverá ser considerado como uma doença crónica que acompanha o envelhecimento.
Efectivamente, a maioria dos casos de cancro surge em pessoas com mais de 60 anos; no entanto, o cancro pode aparecer em pessoas de todas as idades, incluindo crianças.
Efectivamente, a maioria dos casos de cancro surge em pessoas com mais de 60 anos; no entanto, o cancro pode aparecer em pessoas de todas as idades, incluindo crianças.
História familiar de cancro
Algumas alterações genéticas que podem aumentar o risco de ter cancro, passam de pais para filhos: são as chamadas alterações genéticas.
Quando nascemos, estas alterações estão já presentes em todas as células do nosso organismo.
O cancro “familiar” é raro. No entanto, determinados tipos de cancro ocorrem com maior frequência em algumas famílias, comparativamente à restante população. Por exemplo, o melanoma e os cancros da mama, ovário, próstata e cólon são, por vezes, de origem "familiar"; vários casos do mesmo tipo de tumor, numa família, podem estar ligados a alterações genéticas herdadas, que podem aumentar a probabilidade de vir a desenvolver cancro.
No entanto, os factores ambientais também podem estar envolvidos e têm de ser considerados.
Na maioria das vezes, os casos de múltiplos tumores, na mesma família, são apenas coincidência.
Deverá informar o seu médico se acha que tem um padrão para determinado tipo de cancro, na sua família; desta forma, o médico poderá tentar reduzir o seu risco para desenvolver cancro e poderá, ainda, sugerir que realize exames que permitam detectar o tumor numa fase precoce.
O cancro “familiar” é raro. No entanto, determinados tipos de cancro ocorrem com maior frequência em algumas famílias, comparativamente à restante população. Por exemplo, o melanoma e os cancros da mama, ovário, próstata e cólon são, por vezes, de origem "familiar"; vários casos do mesmo tipo de tumor, numa família, podem estar ligados a alterações genéticas herdadas, que podem aumentar a probabilidade de vir a desenvolver cancro.
No entanto, os factores ambientais também podem estar envolvidos e têm de ser considerados.
Na maioria das vezes, os casos de múltiplos tumores, na mesma família, são apenas coincidência.
Deverá informar o seu médico se acha que tem um padrão para determinado tipo de cancro, na sua família; desta forma, o médico poderá tentar reduzir o seu risco para desenvolver cancro e poderá, ainda, sugerir que realize exames que permitam detectar o tumor numa fase precoce.
Da mesma forma, se tem, ou pensa ter história familiar de cancro, fale com o seu médico sobre a possibilidade de realizar os testes genéticos: só assim poderão ser investigadas determinadas alterações genéticas hereditárias que aumentam a probabilidade de desenvolver cancro.
É importante saber que, o facto de herdar uma alteração genética não significa, necessariamente, que venha a desenvolver cancro: significa, isso sim, que tem maior probabilidade de desenvolver a doença e, como tal, deverá ter acompanhamento do seu médico.
É importante saber que, o facto de herdar uma alteração genética não significa, necessariamente, que venha a desenvolver cancro: significa, isso sim, que tem maior probabilidade de desenvolver a doença e, como tal, deverá ter acompanhamento do seu médico.
Determinadas hormonas
No caso da mulher, na menopausa, o médico pode considerar benéfico o tratamento hormonal (com estrogénios ou estrogénios e progesterona), para tentar controlar alguns sintomas que podem surgir (ex: afrontamentos, "secura" vaginal e enfraquecimento dos ossos).
No entanto, ainda que não esteja provado, alguns estudos parecem indiciar que a terapêutica hormonal de substituição, na menopausa, pode aumentar o risco de cancro da mama, de enfarte do miocárdio, de formação de trombos (pequenos coágulos de sangue que podem “entupir” veias ou artérias) e de acidente vascular cerebral.
Se estiver a pensar iniciar terapêutica hormonal de substituição, fale com o seu médico sobre os possíveis riscos e benefícios desse tratamento. Não hesite em esclarecer todas as suas dúvidas.
Tabaco
A morte por cancro provocada pelo tabaco pode ser evitada!
Ser fumador ou estar frequentemente em contacto com o fumo, como fumador secundário ou passivo, aumenta o risco de ter cancro.
Os fumadores têm maior probabilidade de ter cancro do pulmão e outros tipos de cancro (ex: cancro da boca, garganta, laringe, esófago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero e leucemia mielóide aguda), comparativamente com os não fumadores. Mesmo quando é utilizado tabaco sem fumo, como o tabaco para cheirar ou para mastigar, há risco aumentado para ter cancro da boca.
Desta forma, não fumar é um importante factor de “prevenção” do cancro do pulmão!
Ser fumador ou estar frequentemente em contacto com o fumo, como fumador secundário ou passivo, aumenta o risco de ter cancro.
Os fumadores têm maior probabilidade de ter cancro do pulmão e outros tipos de cancro (ex: cancro da boca, garganta, laringe, esófago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero e leucemia mielóide aguda), comparativamente com os não fumadores. Mesmo quando é utilizado tabaco sem fumo, como o tabaco para cheirar ou para mastigar, há risco aumentado para ter cancro da boca.
Desta forma, não fumar é um importante factor de “prevenção” do cancro do pulmão!
Também os fumadores devem deixar de fumar: o risco de ter cancro, em pessoas que deixam de fumar, vai diminuindo, progressivamente, ao longo do tempo.
Não se esqueça que, mesmo se já teve cancro, deixar de fumar pode diminuir a probabilidade de ter outro cancro.
Actualmente, existem diversos medicamentos ou terapêuticas de substituição da nicotina que podem "ajudar" a deixar de fumar (ex: adesivos, pastilha elástica, rebuçado, spray nasal ou inalador): fale com o seu médico.
Não se esqueça que, mesmo se já teve cancro, deixar de fumar pode diminuir a probabilidade de ter outro cancro.
Actualmente, existem diversos medicamentos ou terapêuticas de substituição da nicotina que podem "ajudar" a deixar de fumar (ex: adesivos, pastilha elástica, rebuçado, spray nasal ou inalador): fale com o seu médico.
Luz solar
A radiação ultravioleta (UV) provém do sol, de "lâmpadas solares" ou de "câmaras de bronzeamento" (solários).
Está estudado e demonstrado que a exposição intensa e/ou prolongada a este tipo de radiação, qualquer que seja a sua fonte, provoca o envelhecimento precoce da pele, bem como alterações que podem vir a originar cancro da pele.
O seu médico poderá dar-lhe informação mais detalhada mas, é importante perceber que todas as pessoas, de todas as idades, devem limitar o tempo de exposição ao sol. Deverão, ainda, ser evitadas quaisquer outras fontes de radiação UV.
Como tal, as principais regras que deverá seguir, são:
Está estudado e demonstrado que a exposição intensa e/ou prolongada a este tipo de radiação, qualquer que seja a sua fonte, provoca o envelhecimento precoce da pele, bem como alterações que podem vir a originar cancro da pele.
O seu médico poderá dar-lhe informação mais detalhada mas, é importante perceber que todas as pessoas, de todas as idades, devem limitar o tempo de exposição ao sol. Deverão, ainda, ser evitadas quaisquer outras fontes de radiação UV.
Como tal, as principais regras que deverá seguir, são:
- Evite o sol do meio-dia (desde “meio da manhã” até ao “fim da tarde”!)
- Proteja-se da radiação UV que é reflectida pela água, areia, neve e gelo. Não se esqueça que as radiações UV "atravessam" as roupas "leves" e os vidros (do carro e das janelas)!
- Use roupa que "proteja" contra a exposição directa: manga comprida, calças, chapéu de “aba larga”, sapatos ou meias e óculos de sol com lentes absorventes dos raios UV!
- Nunca se esqueça de usar protector solar... e que seja adequado ao seu tipo de pele: se o factor de protecção solar (SPF) for igual ou superior a 15, pode ajudar a prevenir o cancro da pele; ainda assim, o sol do "meio-dia" deve ser evitado e deve usar roupa adequada.
- Não utilize lâmpadas solares nem câmaras de bronzeamento (solários): estas fontes de radiação UV não são mais seguras do que a exposição à luz solar directa.
- Proteja a sua pele, proteja-se do sol, proteja-se da exposição aos raios UV!
Infecção provocada por alguns vírus e/ou bactérias
Se houver uma infecção provocada por determinados vírus e/ou bactérias, pode apresentar risco aumentado para desenvolver alguns tipos de cancro:
- Vírus do papiloma humano (HPV): a infecção por HPV é a principal causa de cancro do colo do útero. Esta infecção viral pode, ainda, ser um factor de risco para outro tipo de cancros.
- Vírus da hepatite B e C: alguns anos depois de haver infecção com hepatite B ou C, pode vir a desenvolver cancro do fígado.
- Vírus do linfoma T humano (HTLV-1): a infecção por HTLV-1 está associada ao aumento do risco de desenvolver linfoma e leucemia.
- Vírus da imunodeficiência humana (HIV): este é o vírus responsável por provocar o síndrome da imunodeficiência adquirida, ou SIDA; se houver infecção pelo HIV, há maior risco de desenvolver cancro, nomeadamente linfomas, e um tipo de tumor raro - sarcoma de Kaposi.
- Vírus de Epstein-Barr (EBV): a infecção pelo EBV tem sido associada ao aumento do risco de linfoma.
- Helicobacter pylori: a infecção por esta bactéria está associada a úlceras no estômago, e também ao cancro do estômago e alguns linfomas.
Radiação ionizante
As radiações ionizantes podem provocar alterações celulares: interactuam com o DNA nuclear (o nosso “material” genético), podem causar mutações genéticas e anomalias cromossómicas, que têm um papel fundamental na origem ou génese do cancro - são agentes carcinogénicos e mutagénicos.
Alguns procedimentos médicos de diagnóstico são uma fonte de radiação – os raios-X, bem como a radioterapia, utilizada para tratar o cancro. Para ambos, o benefício da sua utilização é, quase sempre, superior ao pequeno risco de provocar cancro.
As novas técnicas radiológicas, recorrendo à aplicação de "tecnologias de ponta", minimizam o risco de cancro associado aos testes diagnósticos de imagem.
Se pensa que pode estar em risco de ter cancro, provocado por qualquer fonte de radiações, fale com o seu médico.
Alguns procedimentos médicos de diagnóstico são uma fonte de radiação – os raios-X, bem como a radioterapia, utilizada para tratar o cancro. Para ambos, o benefício da sua utilização é, quase sempre, superior ao pequeno risco de provocar cancro.
As novas técnicas radiológicas, recorrendo à aplicação de "tecnologias de ponta", minimizam o risco de cancro associado aos testes diagnósticos de imagem.
Se pensa que pode estar em risco de ter cancro, provocado por qualquer fonte de radiações, fale com o seu médico.
Determinados químicos e outras substâncias
A exposição profissional a determinadas substâncias (ex: pintores, trabalhadores da indústria química e da construção civil), apresentam um risco aumentado para desenvolver cancro.
Diversos estudos têm demonstrado que a exposição profissional ao amianto, ao benzeno, ao cádmio, ao níquel ou ao cloreto de vinilo, estão relacionadas com o cancro.
Ainda que o risco seja superior com a exposição profissional prolongada a estas substâncias, também em casa deverá ser prudente, quando manipular tintas, pesticidas, óleo de motor usado, determinados solventes e outros químicos.
Diversos estudos têm demonstrado que a exposição profissional ao amianto, ao benzeno, ao cádmio, ao níquel ou ao cloreto de vinilo, estão relacionadas com o cancro.
Ainda que o risco seja superior com a exposição profissional prolongada a estas substâncias, também em casa deverá ser prudente, quando manipular tintas, pesticidas, óleo de motor usado, determinados solventes e outros químicos.
Dieta pouco variada e pobre em frutas e vegetais
Se tem uma dieta pouco variada, pobre em frutas e vegetais e, por outro lado, rica em gorduras, pode apresentar um risco aumentado para vários tipos de cancro.
Alguns estudos sugerem que uma dieta rica em gorduras, aumenta o risco para cancro do cólon, do útero e da próstata.
Coma bem!
Coma bem!
Faça uma dieta saudável: coma alimentos ricos em fibra, vitaminas e minerais; diariamente, inclua na sua alimentação pão e cereais integrais, e 5 a 9 doses de fruta e vegetais. Por outro lado, limite os alimentos ricos em gordura, como a carne vermelha (vaca e porco), a manteiga, o leite gordo, os fritos...
É importante conhecer e estar consciente dos principais factores de risco já identificados e associados ao aparecimento de cancro; no entanto, mesmo na presença de alguns destes factores, pode nunca vir a desenvolver cancro!
Não hesite em falar com o seu médico, sempre que tenha dúvidas ou se pensa apresentar risco aumentado para determinado tipo de cancro.
Não hesite em falar com o seu médico, sempre que tenha dúvidas ou se pensa apresentar risco aumentado para determinado tipo de cancro.
Falta de exercício físico e/ou excesso de peso
Se não pratica suficiente actividade física ou se tem excesso de peso, pode apresentar risco aumentado para vários tipos de cancro.
A falta de actividade física e o excesso de peso, são factores de risco para cancro da mama, cólon, esófago, rins e útero.
Seja activo e mantenha um peso adequado!
Seja activo e mantenha um peso adequado!
A actividade física ajuda a controlar o peso e a reduzir a sua gordura corporal; um adulto deve assegurar uma actividade física moderada: andar energicamente durante, pelo menos, 30 minutos, durante 5 ou mais dias da semana...
É importante conhecer e estar consciente dos principais factores de risco já identificados para o aparecimento de cancro; no entanto, mesmo na presença de alguns destes factores, pode nunca vir a desenvolver cancro!
Não hesite em falar com o seu médico, sempre que tenha dúvidas ou se pensa apresentar risco aumentado para determinado tipo de cancro.
Não hesite em falar com o seu médico, sempre que tenha dúvidas ou se pensa apresentar risco aumentado para determinado tipo de cancro.
Álcool
O papel do álcool na origem do cancro não está bem definido, ao contrário do que acontece com o tabaco e as radiações.
No entanto, está demonstrado que o álcool é um importante agente potenciador do efeito carcinogénico de certos agentes, aumentando e potenciando o seu efeito.
O consumo excessivo de álcool potencia o efeito do tabaco nos cancros da cavidade oral, da faringe, da laringe e do esófago.
O álcool parece ser responsável por aproximadamente 3% de todas as mortes por cancro; ainda assim, é um valor significativo.
Se, durante muitos anos, beber mais de duas bebidas alcoólicas por dia, pode aumentar a probabilidade de vir a desenvolver cancro da cavidade oral, da garganta, do esófago, da laringe, do fígado e da mama. O risco aumenta com a quantidade de álcool ingerida.
Na maioria destes cancros, o risco é mais elevado se a pessoa também fumar.
As pessoas que bebem, devem fazê-lo com moderação: significa não beber mais do que uma bebida alcoólica por dia, nas mulheres, e não mais que duas bebidas alcoólicas por dia, nos homens.
No entanto, está demonstrado que o álcool é um importante agente potenciador do efeito carcinogénico de certos agentes, aumentando e potenciando o seu efeito.
O consumo excessivo de álcool potencia o efeito do tabaco nos cancros da cavidade oral, da faringe, da laringe e do esófago.
O álcool parece ser responsável por aproximadamente 3% de todas as mortes por cancro; ainda assim, é um valor significativo.
Se, durante muitos anos, beber mais de duas bebidas alcoólicas por dia, pode aumentar a probabilidade de vir a desenvolver cancro da cavidade oral, da garganta, do esófago, da laringe, do fígado e da mama. O risco aumenta com a quantidade de álcool ingerida.
Na maioria destes cancros, o risco é mais elevado se a pessoa também fumar.
As pessoas que bebem, devem fazê-lo com moderação: significa não beber mais do que uma bebida alcoólica por dia, nas mulheres, e não mais que duas bebidas alcoólicas por dia, nos homens.
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