terça-feira, 15 de março de 2011

CANCRO DO COLO DO ÚTERO E A IMPORTÂNCIA DO RASTREIO


O cancro do colo do útero pode ser prevenido!

                  E como prevenir?
               - Com visitas regulares ao médico para fazer o rastreio (teste de Papanicolaou) e poder detectar atempadamente qualquer alteração.
               - Através da vacinação nas idades recomendadas.

                « O cancro do colo do útero pode atingir qualquer mulher.
                « Actualmente morre uma mulher por dia em Portugal com cancro do colo do útero.
                « A doença é causada por um vírus, Papillomavírus Humano (HPV), muito frequente e de fácil contacto genital. Estudos indicam que oito em cada dez pessoas têm contacto com o HPV ao longo da sua vida.
                « A partir do momento em que a mulher inicia a sua actividade sexual, corre o risco de infecção por este vírus. Este risco existe em qualquer idade.
                « O cancro do colo do útero pode provocar graves problemas físicos e emocionais na mulher, uma vez que, para além do risco de vida, este cancro pode afectar decisivamente a sua fertilidade.
Para quê esperar? Pergunte hoje mesmo ao seu médico como podes prevenir o cancro do colo do útero.




            Porque é que o rastreio é importante?

            Muitos casos de cancro cervical (colo do útero) podiam ter sido evitados!

O rastreio pode detectar e tratar alterações precoces das células d colo do útero, antes de desenvolverem um cancro. O rastreio é vulgarmente conhecido como “teste ou citologia para Papanicolaou”.

            COLO DO ÚTERO
            O colo do útero é um músculo muito forte que liga o corpo do útero à vagina. Tem a forma de um “tubo”, com um orifício de lado vaginal, por onde é expulso o fluxo menstrual. Durante o trabalho de parto dilata-se de forma a permitir a saída do bebé.

            O que é o Cancro Cervical?
            O cancro cervical é uma lesão (ferida) que começa usualmente numa célula da superfície do colo, que cresce e se divide sucessivamente sem qualquer controle. Estas células vão-se infiltrando progressivamente por toda a extensão do colo e pode propagar-se a outras partes do organismo, como o corpo do útero e vagina. O vírus HPV pode causar modificações no colo do útero que levam ao cancro.

            O que é o HPV?
            Após vários estudos investigacionais, os cientistas ligaram o cancro do colo do útero à infecção por HPV (Papilloma vírus Humano).
- O HPV é transmitido por contacto sexual e por isso, provoca uma doença de transmissão sexual;
- As mulheres sexualmente activas podem ser infectadas pelo HPV (porque é muito comum);
- Os tipos de HPV que provocam o cancro do colo cervical não dão sintomas;
- Muitas vezes a presença deste vírus não causa problemas e pode desaparecer espontaneamente;
- Outras vezes, o HPV persiste e pode causar modificações graves nas células do colo do útero, se não for precocemente diagnosticado e tratado.
- O rastreio do cancro cervical pode detectar essas alterações; pode detectar a presença do vírus e prevenir o desenvolvimento do cancro.

Importância do rastreio
O rastreio (teste de Papanicolaou) avalia a saúde do colo do útero. Ajuda o médico a detectar alterações que abandonadas vão evoluir para o cancro.
- Tratadas precocemente estas lesões curam e evitam o cancro. O tratamento é fácil e efectivo;
- O rastreio salva milhares de mulheres de terem um cancro do colo do útero.

Factores de risco deste tipo de cancro
- Início precoce da actividade sexual
- Número de parceiros sexuais (múltiplos parceiros)
- Promiscuidade
- Idade da primeira gravidez
- Doenças sexualmente transmissíveis
- Infecção por HPV, HSV e HIV (Sida)
- Baixo nível de educação
- Baixo nível sócio-económico
- Ausência de rastreio
- Exposição ao tabaco
- Contracepção hormonal

Sintomas que alertam para a presença do cancro do colo do útero
- Hemorragias fora dos períodos menstruais
- Coitorragias (hemorragia com as relações sexuais)
- Hemorragias após a menopausa
- Corrimento vaginal anormal
- Dores e mal-estar com as relações sexuais

Não acompanhe um parceiro sexual promíscuo
Use sempre preservativo
Esperança na vagina

Seja consciente! Não seja também uma vítima. Consulte o seu médico. Faça o rastreio!

Campanha PASSA A PALAVRA


Testemunhos reais apelam à prevenção do cancro do colo do útero

A Liga Portuguesa Contra o Cancro dá a conhecer dois testemunhos reais de mulheres que tiveram cancro do colo do útero, para Passar a Palavra às mulheres de Portugal.

As histórias de Ana e Joana passaram na televisão e estão disponíveis no site http://www.passaapalavra.pt/

Esta campanha nasceu com o pedido de ajuda do Presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro a mulheres que tiveram tumores como consequência da infecção pelo HPV, pois elas, melhor do que ninguém, podem explicar o que é ter cancro do colo do útero e o que não dariam para voltar atrás, não tendo de que pelo mesmo.
Apesar dos problemas que esta doença provocou nestas mulheres, elas são sobreviventes, porém, existem outras 300 mulheres em Portugal que morrem com cancro do colo do útero a cada ano que passa, mesmo sendo este um tumor que pode ser prevenido.


Informe-se, ANTES QUE SEJA TARDE

terça-feira, 8 de março de 2011

Resultado de inquéritos realizados à comunidade escolar

No dia 20 de Outubro de 2010, na Escola Secundária de Fafe, entre as 10:15h e as 11h45, realizou-se um inquérito no âmbito de Área de Projecto, cujo tema abordado é “Oncologia – Doenças oncológicas”.
Realizou-se um inquérito por questionário a cinco alunos, seleccionados aleatoriamente, a duas turmas de 10º, 11º e 12º anos, respectivamente, de forma a testar os seus conhecimentos relativamente ao tema, num total de 30 alunos:
·    Duas turmas de 10º ano: 10ºL e 12ºP, do curso de “Línguas e Humanidades” e “Técnica de Apoio à Infância”, respectivamente;
·    Duas turmas de 11º ano: 11ºN e 10ºP, do curso de “Línguas e Humanidades” e “Audiovisuais”, respectivamente;
·    Duas turmas de 12º ano: 12ºE e 12ºO, do curso de “Ciências e Tecnologias” e “Técnico de Comércio” respectivamente.
Com o presente inquérito, tem-se como objectivo principal, a recolha de informações para o desenvolvimento do nosso projecto, de modo a obtermos um produto do mesmo, com um nível de interesse que exceda as expectativas de toda a comunidade escolar. Outros dos objectivos deste inquérito foram: conhecer a interacção dos colegas com pessoas que possuam patologias de foro oncológico; determinar se os inquiridos possuem conhecimento das técnicas terapêuticas dessas patologias; estudar a sensibilidade dos alunos perante a possibilidade de exercer voluntariado para melhorar a qualidade de vida de doentes oncológicos; perceber quais as doenças oncológicas mais conhecidas pelos inquiridos; saber a opinião dos nossos colegas face às condições do tratamento das patologias a nível dos meios, espaço, equipamentos adequados e técnicos de saúde competentes.
Com base nos resultados obtidos pelos inquéritos, constatou-se as seguintes observações:
Sexo dos inquiridos
27% Feminino
73% Masculino
Foi possível constatar que foram inquiridos em maioria indivíduos do sexo feminino (73%) e que meramente 27% dos inquiridos pertenciam ao sexo masculino.
Número de inquiridos 30 alunos

Questão 1.
O que entendes por Oncologia?
(A) Actividade clínica no estudo e tratamento do cancro.
(B) Área da medicina especializada no estudo das formações malignas e a forma de como estas se desenvolvem no organismo, procurando o seu tratamento.
(C) Especialidade médica no diagnóstico e tratamento da formação do cancro.
(D) Ramo da medicina que se ocupa do tratamento cirúrgico das patologias tumorais devido à enorme complexidade da doença e suas diferentes abordagens terapêuticas.
A opção correcta seria a alínea (B).
Respostas:
(A) 33,3%
(B) 23,3%
(C) 26,7%
(D) 10%
Não responde 6,7%
Pode-se observar que a maioria dos inquiridos deram como resposta a alínea (A), no entanto, esta não é a opção correcta e apenas 23,3% respondeu correctamente. Portanto, leva a concluir que 76,7% dos inquiridos desconhecem o verdadeiro significado do termo “Oncologia”.

Questão 2.
Que técnicas terapêuticas conheces para o tratamento de doenças oncológicas?
Respostas:
Quimioterapia 46,6%
Quimioterapia e Radioterapia 6,7%
Quimioterapia, transfusão de sangue, medula ou órgãos 3,3%
Quimioterapia e internato sob medicação 3,3%
Não sei 16,7%
Não responde 6,7%
Portanto, 46,6% dos inquiridos conhece como técnica de terapia destas patologias a Quimioterapia. No entanto, também obtivemos 40,1% dos inquiridos que responderam “Nenhuma”,”Não sei” ou “Não responde”.

Questão 2.1.
Consideras que são suficientes?
Sim 13,3%
Não 76,7%
Pode-se referir que os nossos colegas, em grande maioria, determinaram que não são suficientes as técnicas terapêuticas utilizadas actualmente. Denotando-se uma grande diferença entre a percentagem de “Não” (76,6%) e “Sim” (13,3%).

Questão 3.
Conheces algum caso relacionado com doenças oncológicas?
Respostas:
Sim 36,7%
Não 63,3%
Conclui-se que os inquiridos não têm experiências directas com casos de doenças oncológicas (cerca de 63,3%), talvez daí advenha uma grande percentagem do “Não”.

Questão 3.1.
Se sim, que tipo de doença?
Respostas:
Cancro no estômago 18,15%
Sida 9,1%
Cancro, tumor, tuberculose, sida 9,1%
Cancro nos pulmões 18,15%
Tumor cerebral e cancro no pâncreas 9,1%
Cancro da mama 9,1%
Alzheimer 9,1%
Cancro nos intestinos 9,1%
Nódulos cangerígenos no cérebro 9,1%
Denota-se uma grande variabilidade de doenças oncológicas que os inquiridos conhecem. Dos poucos que responderam “Sim” à questão anterior (36,7%), as doenças mais referidas foram: Cancro do estômago (18,15%) e Cancro dos pulmões (18,15%).
Verifica-se também que existe um certo desconhecimento em ralação ao conceito de doença oncológica, visto que se obtiveram respostas como a doença de Alzheimer e SIDA.

Questão 3.2.
Alguma delas teve sucesso?
Respostas:
Sim 27,3%
Não 73,7%
Presencia-se que bastantes dos casos oncológicos não obtiveram sucesso, cerca de 73,7% que contrasta com os 27,3% que obtiveram bons resultados. Talvez se possa afirmar que isto sucedesse pelo facto dos casos cujo termo foi a morte, terem sido descobertos já numa fase avançada não sendo possível a sua recuperação.

Questão 4.
Consideras que existem meios, espaços, equipamentos adequados e técnicos de saúde competentes para estes casos?
Respostas:
Sim 63,3%
Não 36,7%
Verifica-se que os inquiridos, na sua maioria, consideram que existem meios, espaços, equipamentos adequados e técnicos de saúde competentes, suficientes para estes casos.

Questão 5.
Já pensaste em exercer voluntariado para tentar melhorar a qualidade de vida dos doentes oncológicos?
Respostas:
Sim 26,7%
Não 73,3%
Consoante se verifica pela maioria, os inquiridos não pretendem exercer voluntariado para melhorar a qualidade de vida dos doentes oncológicos, pois a maioria das repostas foi “Não” (73,3%).

Desta forma, é possível concluir que ainda existe um grande desconhecimento acerca das doenças oncológicas, bem como outras questões por elas abordadas.
Verifica-se, de igual forma, que a noção de doença oncológica ainda não se encontra bem patente tendo o grupo como objectivo fazer chegar a informação a toda a comunidade escolar de forma a poder esclarecer todas as dúvidas.

Actividade do grupo: Comemoração do Dia Mundial da Luta Contra o Cancro - 4 de Fevereiro de 2011

            No dia 2 de Fevereiro de 2011, quarta-feira, na aula de Área de Projecto, o grupo iniciou a preparação do Dia Mundial da Luta Contra o Cancro em que se imprimiram as letras que posteriormente foram recortadas, começando-se a sua colagem e reflectiu-se na planificação da actividade. Também nesta aula, alguns elementos do grupo deslocaram-se à biblioteca para a criação de autocolantes que contou com a iniciativa da docente e com o apoio do Gabinete do Apoio ao Aluno e à Família (GAAF). Consideramos que foi uma ajuda essencial para que fosse possível passar a mensagem à comunidade escolar e à qual o grupo está agradecido.
           No dia seguinte, o grupo personalizou os placares com frases alusivas ao dia a comemorar, acompanhadas de imagens/fotografias para expor continuando assim, a preparação dos materiais realizados no polivalente da escola que contou com o auxílio de vários elementos de grupos diferentes da turma. Neste dia concluiu-se a produção dos placares e a exposição das fotografias que se iriam expor no polivalente, com prévia autorização da direcção escolar para onde foi enviado um requerimento.
           No dia a destacar, dia 4, foram colocados os placares referenciados anteriormente, em cada um dos blocos, assim como no polivalente e distribuíram-se ainda os autocolantes fornecidos pelo GAAF.
           O grupo destacou o dia de forma a não deixar passar a data em branco e passar a mensagem de sensibilização, apelando à prevenção do diagnóstico de cancro.
           Na nossa opinião, conseguimos passar a mensagem ao público-alvo sendo uma actividade positiva e que enriqueceu o nosso projecto.

sábado, 5 de março de 2011

CANCRO NO HOMEM

NÃO ADIE.
INFORME-SE SOBRE O CANCRO NO HOMEM. HOJE!
Sinais persistentes que devem alertá-lo
Se pensa que tem alguns dos seguintes sintomas, não adie, vá ao médico!
1. Nota alguma alteração na boca/garganta/voz
2. Tem uma tosse que não passa
3. Tem problemas de estômago ou intestinos
4. Notou sangue na urina
5. Começou a ter dificuldades em urinar
6. Apareceu-lhe um "caroço" ou um inchaço num testículo
7. Tem um sinal ou mancha com um aspecto estranho
   (pode aparecer em qualquer parte do corpo).
8. Notou que lhe apareceu um "caroço ou um inchaço que não tinha
   (pode aparecer em qualquer parte do corpo).
Fale sobre o cancro para que ele não o faça calar.
1. Ficar sem voz quando se está constipado, ou ter feridas na boca de vez em quando, acontece a todos os homens. Contudo, se a sua voz fica rouca sem razão aparente e não melhora ao fim de duas semanas, pode ser sinal de uma doença grave, como o cancro da garganta ou laringe. Igualmente, se lheaparecer uma ferida isolada no lábio ou na boca, que não cicatriza da maneira que é habitual e, em vez disso, começa a crescer e/ou a causar dores, também pode ser um sinal de aviso de cancro.
    O que deve fazer?
É sempre importante manter uma boa higiene da boca e não fumar. Se notar uma alteração persistente ou o aparecimento de algo de novo, mesmo que lhe pareça sem importância, não adie e procure o seu médico.
 2. A tosse é um reflexo normal do corpo humano e é também um sintoma comum, particularmente nos fumadores. Por vezes, todos tossimos para limpar os pulmões e a garganta. Uma tosse que se alterou pode ser aquela que começou a piorar, causa dor, ou apenas soa diferente. Se uma tosse, antiga ou recente, produz expectoração com sangue, deve ser levada muito a sério. Por vezes, uma tosse pode originar "falta de ar". Tal não deve ser ignorado. Qualquer uma destas situações pode significar cancro do pulmão.
    O que deve fazer?
Se fuma, a primeira coisa a fazer é parar antes que seja demasiado tarde. Se pensa que a sua tosse mudou ou apareceu subitamente, se tarda a melhorar, então consulte o seu médico. Se esta for acompanhada de sangue, a consulta deverá ser de urgência.

3. Há sintomas relacionados com o parelho digestivo que todos sentimos de vez em quando, e que reconhecemos facilmente. Incluem episódios ocasionais de dores de barriga e diarreia, que melhoram rapidamente. Porém, certos sintomas recentes, devem ser levados a sério. São eles:
   - Dificuldade em engolir, de forma que os alimentos parecem ficar presos;
   - "Ingestão" que surja pela primeira vez na vida, sobretudo ficar mais de 40 anos de idade;
   - Alteração nos hábitos intestinais, com obstipação (prisão de ventre) ou diarreia não habituais, ou mesmo, obstipação alternando com diarrreia;
   - Aparecimento recente de cólicas abdominais;
   - Sensação de que não libertou completamente o intestino depois de evacuar;
   - Sangue nas fezes.
   O que deve fazer?
Os sintomas abdominais são comuns, no entanto, se notar alguma alteração, esteja alerta. Se notar sangue nas fezes e pensa que este sintoma é de alguma maneira estranho ou persistente para além do que seria de esperar, recorra a ajuda médica.

4. O sangue na urina pode ser devido a infecção, "pedras" no rim ou na bexiga, ou a traumatismos - mas por vezes, pode significar um cancro da bexiga ou do rim.
    O que deve fazer?
Ter sangue na urina nuunca é normal e deve sempre ser comunicado imediatamente ao seu médico. Os cancros do rim e da bexiga são mais facilmente tratados quando são de pequenas dimensões.

5. À medida que os homes envelhecem, o fluxo da urina torna-se muitas vezes mais lento e sentem necessidade de urinar com mais frequência. Isto deve-se, normalmente, ao facto de a próstata (localizada junto à base da bexiga) aumentar de volume com a idade, dificultando a passagem da urina. Pode tratar-se de uma situação benigna (não cancerosa). No entanto, o cancro da próstata também pode causar estes sintomas.
    O que deve fazer?
Se tem sintomas que o preocupam ou se se tornaram incomodativos deve consultar o seu médico. O tratamento tem mais sucesso se for efectuado antes de disseminação do cancro.

6. Há várias situações que podem explicar o aparecimento de um aumento de volume ou dor num testículo. Uma pancada ou uma infecção ligeira podem causar estes sintomas. Porém, se os sintomas persistirem, podem ser sinal de um cancro no estículo.
    O que deve fazer?
Realizar a palpação regular dos testículos. A melhor altura para o fazer é durante o banho. Se notar uma alteração de volume deste(s) órgão(s), ou o aparecimento de um inchaço, doloroso ou não, deve, obviamente, consultar o seu médico imediatamente.

7. Conheça a sua pele suficientemente bem para poder detectar o aparecimento de alguma alteração no seu aspecto habitual. Se um sinal na pele muda de cor, começa a crecer, a dar prurido (comichão), ou sangra, pode tratar-se de um cancro da pele denominado melanoma maligno. Se uma mancha, úlcera ou ferida surge de novo ou cresce, memso que seja lentamente, em vez de cicatrizar, pode tratar-se de um outro tipo de cancro de pele.
    O que deve fazer?
Comece por observar completamente a sua pele, incluindo os locais masi inacessíveis como a cabeça, as costas e os pés, de modo a ficar a conhecê-la melhor. Isto permitir-lhe-á identificar eventuais alterações suspeitas no futuro. Se detectar algo suspeito em ralação à sua pele, não deixe de consultar o seu médico.

8. Todos os homens se podem magoar enquanto trabalham ou praticam desporto, e portanto, recebem os inchaços e "caroços" que podem surgir nessas situações. Na maioria dos caso , estes são dolorosos. Mas quando um inchaço doloroso surge inesperadamente na "virilha", "axila", "pescoço", onde for, pode tratar-se de um sinal de cancro.
    O que deve fazer?
Se descobrir um "caroço" ou inchaço, procure ajuda médica para que seja examinado.

COMO FAZER O AUTO-EXAME DA MAMA?

O que é o auto-exame da mama?
É um exame cuidade, que consiste numa simples observação e palpação dos seios da mulher, feito por si própria.
Com que regularidade o deve fazer?
Apenas uma vez por mês, após o período menstrual.
E tem de o fazer todos os meses?
Sim, para confirmar com a regularidade necessária que está tudo bem com os seus seios.
Precisa de algum material próprio?
Não. Precisa apenas de um espelho e de uma almofada.
Será que é capaz de o fazer?
Claro que sim! Só precisa de seguir as seguintes indicações:

1. Coloque-se em frente de um espelho com os braços para baixo.
  Verifique se:
  - os seus seios estão sempre da mesma forma;    - há zonas retraídas ou deformadas da mama (alterações de tamanho, da cor e dos contornos da mama);
    - há retracção do mamilo (descamação, secreção ou ulcerações).
2. Levante agora os braços e observe novamente os seus seios, tal como acabou de fazer com os braços para baixo.
Agora deite-se e coloque uma almofada debaixo do ombro direito, e a sua mão direita debaixo da cabeça.
3. Com a outra mão examine a mama direita. Utilize os seus três dedos centrais espalmados pressionando a mama de uma forma suave mas firme, para procurar um nó ou uma parte dura.
Lembre-se que o movimento de palpação deve ser circular partindo da parte externa da mama para a parte interna.
Repita agora os mesmos movimentos, mas sentada.
4. Volte a deitar-se e palpe a axila firmemente, para se certificar que não há qualquer nódulo ou inchaço.
Firmemente, reinicie o seu auto-exame da mama, mas desta vez para a sua mama esquerda.

E lembre-se:
Se encontrar algum nódulo ou qualquer alteração nos seus seios, consulte o seu médico. Ainda que a maior parte dos nódulos e alterações não se devam a cancro, mais vale prevenir.